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Em Salvador

SPMJ promove diálogo sobre saúde sexual e reprodutiva no Março Mulher

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A Secretaria de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ) promoveu, na manhã desta quinta-feira (24), uma roda de conversa sobre saúde sexual, reprodutiva e violência doméstica, no Centro de Referência de Atenção à Mulher Loreta Valadares (CRAMLV), nos Barris. Em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), foram tratados temas importantes para as mulheres, além de ofertados serviços de saúde, como testagem rápida, consultas e exames.

Segundo a coordenadora dos centros de referência, Adriana Castro, é de extrema importância esclarecer as mulheres sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e oferecer exames e tratamentos para a saúde feminina. “Trazer informação para essas mulheres reflete no aumento da autoestima delas, fazendo com que se sintam valorizadas e se cuidem mais. Além disso, apresentamos o programa Alerta Salvador, uma política pública de empoderamento feminino, a partir das leis vigentes. A meta é educar e conscientizar”, disse.

A diretorA de Políticas para Mulheres da SPMJ, Fernanda Cerqueira, afirmou que as rodas de conversa aproximam as assistidas dos centros de referência. “Estar cada vez mais perto fortalece e empodera a mulher, ajudando no rompimento do ciclo de violência”, afirmou.

Março Mulher – Na ocasião, Fernanda aproveitou para fazer uma avaliação do Março Mulher, destacando que as ações não estão reduzidas apenas a este mês, com programação já prevista para o mês de abril. “O balanço que fazemos deste mês é positivo, mas costumo dizer que, apesar de março ser o mês que chama atenção para os direitos da mulher, temos o Alerta Salvador como política pública, que funciona durante todo o ano”.

O Março Mulher também ofertou as atividades especiais nos Centros de Referência e Atendimento à Mulher Irmã Dulce (Camsid), na Ribeira, e Arlete Magalhães (Cream), em Fazenda Grande. Todas as ações também envolveram assistência interdisciplinar (psicológico, social, jurídico e teleorientação) e pedagógica às crianças, que acompanham suas mães em atendimento.

Uma das assistidas, a dona de casa R.S.C fez questão de participar do evento, que considerou fundamental a todas as mulheres, para que conheçam mais sobre si e seus direitos. “Quando eu procurei acolhimento, a princípio, sem informação, eu me sentia perdida. Depois do atendimento eu entendi o meu valor como mulher, como mãe e dona de casa. Agora é vida nova”, concluiu.

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