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Projeto que atua junto à pessoas em situação de rua reivindica vacinação in loco

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A fraca adesão à vacinação contra a Covid-19 da população em situação de rua em Salvador tem preocupado os grupos que atuam junto à esta parcela da população. Segundo o estudante de Direito, Lucas Gonçalves, coordenador do Projeto Salvador Invisível, entidade que dá visibilidade e defende os direitos desta parcela da população, é importante que a prefeitura deflagre uma ação de busca ativa destas pessoas com vacinação in loco, o que permitiria um controle maior sobre a imunização desta faixa da população. “Este é um público muito vulnerável. Imagine um morador em situação de rua que esteja no subúrbio, que esteja em Cajazeiras. Como ele vai acessar a informação e como vai se deslocar até os pontos da vacinação?”, questiona. Segundo ele, até agora apenas 2.165 destas pessoas foram vacinadas, dos quais 235 no dia de ontem.

Para evitar a descontinuidade da vacinação, a Prefeitura optou por imunizá-los com a vacina Janssen, de apenas uma dose. “Precisamos reforçar a informação sobre a vacina, mobilizar as entidades que atuam nas ruas. A Prefeitura tem feito busca ativa de alguns grupos e os levado para vacinação, mas consideramos isso insuficiente para abranger toda esta parcela”, disse o diretor da Salvador Invisível.

De acordo com Lucas Gonçalves, pesquisa realizada em 2017 pelo Projeto Axé aponta que a população de rua na cidade é estimada em cerca de 20 mil pessoas. “Precisamos acelerar o processo, criar iniciativas de mobilização e ter maior controle deste processo”, disse ele.

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