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Em Salvador

Presidente da Comissão do Carnaval, Leandro Guerrilha, propõe “marco zero”

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O vereador Leandro Guerrilha (PL) – presidente da Comissão do Carnaval e Eventos da Câmara Municipal de Salvador (CMS) – propôs, na tarde desta terça-feira (3), um “marco zero” para a volta da festa momesca na capital baiana que já não acontece há 2 anos. A ideia é fazer audiências públicas para discutir se a cidade terá condições de realizar o Carnaval no próximo ano diante da pandemia do coronavírus no país e no mundo.

“Logicamente, o balizador disso tudo é a vacinação. O prefeito Bruno Reis (DEM) já sinalizou que se a população estiver 100% vacinada, já tem condições de se pensar na festa. Esse Carnaval é do marco zero, é de retomada, e já abrimos conversas com o Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) e o setor para entendermos se nós temos condições de fazer o Carnaval”.

De acordo com o vereador, para a retomada da festa é preciso discutir várias frentes. Além da questão da vacina e distanciamento social, também há necessidade de criar um cronograma especial neste novo momento que passa o país. “Temos que discutir quantos dias serão a festa, em quais condições teremos para oferecer aos foliões, profissionais e artistas. Conversar com os blocos afros, trios, contratação, editais, projetos especiais, repensar o Carnaval realmente começando do zero. A festa é importante para a economia da nossa cidade”, destacou Leandro Guerrilha, relembrando sua trajetória até ser eleito a vereador. “Eu comecei como batuqueiro, na Liberdade, puxando corda, cantor, puxador de bloco, compositor e hoje sou vereador, presidente da Comissão do Carnaval que foi instalada nessa legislatura”.

Segundo ainda o vereador, uma reunião já está sendo marcada com o prefeito para receber a Comissão do Carnaval. “Também temos outra reunião, na próxima semana, com o vereador Geraldo Júnior (MDB), presidente da CMS, e com meus pares para que a Câmara tenha um papel fundamental nessa nova fase. O Carnaval deve continuar sendo inclusivo com espaços para pessoas com deficiência e incentivos aos blocos tradicionais, afros e índios, além do trabalho dos ambulantes. São várias frentes que precisam ser discutidas para que a gente tenha um Carnaval igualitário e inclusivo a todos”, completou.

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