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Deputado Tum comenta liderança da Bahia na geração de energia limpa e próximos passos da CPI da Coelba

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Atento às questões que envolvem o setor de energia, o deputado estadual Tum (PSC) comemora o protagonismo alcançado pela Bahia na geração por meio de fontes renováveis e destaca o horizonte ainda mais promissor desse nicho. Dado divulgado no dia 24, pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), coloca o estado no topo de produção de energia de fontes eólica e fotovoltaica (solar), considerando o período de janeiro a setembro deste ano.

Nos últimos anos, a Bahia recebeu investimentos de aproximadamente 5 bilhões de dólares e abriga 205 parques eólicos e 34 parques fotovoltaicos, resultando numa capacidade instalada conjunta de aproximadamente 6.300 MW”, suficiente para abastecer dezenas de milhares de residências.

Oriundo do norte da Bahia, um dos polos de energia renovável no estado, o deputado Tum acompanha de perto a expansão do setor. “Além dos já existentes, temos previsão de colocar em funcionamento, nos próximos anos, mais 117 novos parques eólicos e 128 parques fotovoltaicos, com a criação de, aproximadamente, 160 mil postos de trabalho em diferentes regiões, demonstrando como esse setor tem se tornado vital pra economia e pro meio ambiente”, pontuou o parlamentar.

De volta a Salvador, Tum comentou a indicação dos deputados que vão representar o bloco de maioria na CPI da Coelba. O nome do deputado está na lista de indicados, junto a outros oito parlamentares, dos quais cinco não assinaram o requerimento de instalação da Comissão.

Para Tum, autor do pedido, a indicação causou estranheza, já que era grande o leque de opções. No entanto, pontuou que “essa é uma oportunidade que temos de trazer ainda mais colegas para nossa trincheira e de, no decorrer dos trabalhos, sensibilizá-los quanto às demandas da população frente ao descaso da Coelba, possibilitando a apresentação e votação de um relatório que represente uma virada de página acerca desse assunto”, afirmou.

Quanto à instalação e abertura dos trabalhos da CPI, Tum argumenta que a burocracia interna não permitiu que ocorressem ainda essa semana. Um documento, que deveria ter sido protocolado até quarta-feira (24), não chegou a tempo à mesa diretora da Alba, postergando os procedimentos para a próxima semana.

Composição – A Comissão Parlamentar de Inquérito da Coelba terá até 180 dias de trabalho. Será composta por 12 deputados, sendo 8 titulares e 4 suplentes. O bloco de maioria na Alba indicou nove deputados: Antonio Henrique Júnior, Jusmari Oliveira, Tum, Osni Cardoso, Vitor Bonfim, Fabrício Falcão, Eduardo Salles, Diego Coronel e Alex Lima. A minoria na Alba ainda não anunciou os seus representantes.

CPI – Nas justificativas para abertura da CPI, o deputado cita a pouca transparência na composição dos preços cobrados aos baianos, além dos “prazos e custos nas solicitações de ligação”. Além disso, questiona a falta de um plano de expansão da rede, o que tem inviabilizado novas ligações elétricas do programa Luz para Todos e a implantação de grandes empreendimentos, que poderiam estar gerando emprego, renda e impostos na Bahia.

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