Salvador: Fase 2 da retomada é populismo e UTI é linha da vida ou da morte

Recomendada por vários especialistas em saúde pública, a testagem para o covid-19 não tem sido feita de forma que favorecesse um combate mais eficaz ao coronavírus. Esse expediente que tem dado dores de cabeça aos políticos causa enxaqueca aos dirigentes do futebol.

Resultados positivos são palavras que não fazem mais com que gestores e técnicos de futebol comemorem, pois na maioria das vezes, o placar é adverso para a saúde dos atletas.

Se no futebol, onde as finanças são volumosas, o coronavírus assola e impede a realização de jogos como na primeira rodada do Brasileirão 2020, imaginemos nas escolas e universidades lotadas de alunos em distâncias menores que um metro de distanciamento. Que dizer então das mesas de bares e restaurantes?

A pressão exercida pelos empresários fez o prefeito de Salvador ceder à beira das eleições e utilizar o discurso de que a ocupação dos leitos de UTI diminuiu. Esquece o padrinho de Bruno Reis que a cama de terapia intensiva é a linha tênue entre a sobreviver ou morrer. Para agradar aos soteros e aos politanos, o democrata preferiu o populismo e a certeza de que seu staff político conservador lhe ofereceu o melhor conselho.

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