Cezar Leite trava duelo entre a oligarquia dos Magalhães e o neopetismo de Rui

O impacto nas eleições municipais em 2020 foi o principal assunto debatido em encontro promovido pelo Movimento Avança Brasil, junto ao pré-candidato a prefeito de Salvador pelo PRTB, Cezar Leite.

No entendimento de Cezar, os políticos “estão divididos entre a mudança da data das eleições ou a prorrogação até dezembro, que particularmente acho muito ruim”, disse.

Mesmo sabendo que a situação do país é diferente se comparado com outras nações que enfrentam a Covid-19, apelidado por movimentos de direita como “vírus da China”. “A curva é diferente. Uns dizem que é pelas medidas de isolamento adotada, outros pelo comportamento do vírus no Brasil que não replica com tanta facilidade em um país de clima quente e úmido”.

O contato com o eleitor e organização das convenções será um entrave neste ano eleitoral em análise feita pelo político. “Está muito difícil organizar reuniões com candidatos para traçar metas. Como será o período das eleições depois desse período do vírus da China? A população vai entender uma eleição depois de um momento com este? É um cenário muito aberto, mas o que vejo é que politizaram um vírus. A variável do ano eleitoral está sendo muito preponderante para atitudes de muitos governadores e prefeitos que fazem oposição ao Governo Federal”, observou.

Ser candidato a Prefeito em uma cidade dividida entre carlistas e petistas é o grande desafio do candidato do PRTB. “De um lado o sindicalismo petista e do outro lado a oligarquia. Estamos tentando em um novo caminho sabendo que nenhuma peça nesse tabuleiro pode ser movida sem ser pensada. A desconexão é algo espontâneo ou pensado para colocar a culpa no colo de Bolsonaro. Na Bahia, a movimentação de ACM Neto com Ciro Gomes, levando para o PDT, o seu braço direito mais forte que é Léo Prates. Aí você vê o Dória se aproximando, em tese, do Lula. Quando você vê o Bolsonaro crescendo depois de um primeiro ano excepcional que ele fez, com indicativos de crescimento e sabendo que não tinha como ser combatido por dados, números, pelo resultados e caiu no colo dele, um chocolate com pimenta que é a saúde, algo de bem para as pessoas. O pânico e a fobia paralisam. Rui Costa e ACM Neto assumiram uma atitude ditatorial de fechamentos e bloqueios além de atitudes populistas como distribuição de cestas básicas sendo entregue pelo candidato governista à Prefeitura”, finalizou.

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