Menosprezar o Líder é não entender o jogo posto na mesa

Acreditar que a força política do vereador Geraldo Júnior (SD), presidente da Câmara Municipal de Salvador, resume-se ao laço de amizade com o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani ou com o apresentador José Eduardo “Bocão” é coisa de quem não sabe interpretar sinais e tendências na capital do Estado. Existe mais profundidade que diz a vã filosofia de quem atende a interesses claros de interferir na disputa de alguma forma. O crescimento do vereador em questão vai além da aclamação dos colegas em dezembro de 2018. Herdeiro do Super Geraldo, discípulo do experiente deputado estadual Jurandy Oliveira, o “Líder” começou sendo vereador suplente na sua primeira experiência politica, passando por uma avalanche de votos em 2016 e uma eficiente gestão à frente da Semtel (Secreatria Municipal de Esportes e Lazer) onde ajudou a desburocratizar a concessão de licenças para eventos, assim como trouxe o maior equipamento desportivo dos últimos 20 anos: a Arena Aquática. A evolução política de Geraldinho não acaba com a eleição municipal de 202. O Líder ainda tem muitas cartas na manga e não seria astuto político se deixasse todas elas na mesa do tabuleiro político. Ademais, tem que devanear muito em imaginar que ele estaria fora do jogo e como dissemos: timoneiro e pêndulo, ou seja, às e coringa ainda não foram lançados.
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