Desfibrilador externo automático poderá ser obrigatório de acordo com projeto de Joceval Rodrigues

A Câmara Municipal de Salvador aprovou na última quarta-feira (02), o Projeto de Lei nº 326/2019, que torna obrigatório que ambientes privados com alta circulação ou permanência de pessoas, como hospitais e shoppings centers, disponham do desfibrilador externo automático (DEA). A proposta visa aumentar as chances de sobrevivência em casos de mal súbito. Nos portais de comunicação da cidade é comum a veiculação de notícias sobre infarto em locais de fluxo intenso de indivíduos. De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mais de 150 ocorrências de infarto do miocárdio foram registradas este ano.

“O DEA é capaz de restaurar o ritmo cardíaco possibilitando às vítimas de parada cardíaca chances reais de sobrevivência. Qualquer pessoa poderá usar o equipamento, desde que seja treinada. É sabido que o SAMU faz um excelente trabalho de socorro, no entanto, é importante que o cidadão possa lidar com o desfibrilador para acelerar o primeiro atendimento, evitando sequelas e até mesmo óbito”, explicou Rodrigues.

O descumprimento implicará imposição de multa de R$10 mil, renovada mensalmente, até a constatação de que cessou o ato de infração. O texto também atribui à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) a gestão e fiscalização da norma.

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