Agentes de saúde de Salvador apelam por mais respeito do poder público

No Dia Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Combate a Endemias, comemorado na última sexta-feira (4) em sessão especial na Câmara Municipal, a categoria apelou por mais reconhecimento aos seus direitos por parte do poder público. Um dos pontos citados por eles como crítico é o não pagamento do salário-base, aprovado e sancionado pelo governo federal, em 2014, que passou para R$ 1.250, mas a Prefeitura de Salvador continua pagando R$837. A iniciativa da homenagem partiu do vereador Sidninho (Podemos), líder da oposição na Casa.

O presidente da Associação dos Agentes de Saúde do Estado da Bahia (AASA), Ivando Silva, ao elencar que o apoio da Câmara tem sido fundamental na luta, não deixou de citar, no entanto, que muito ainda precisa ser feito para haver motivos para comemorar. “Para se ter ideia, de 2014 a 2019 foram transferidos quase R$ 200 milhões para a prefeitura. Recursos que deveriam cair na nossa conta, para alimentar nossas famílias, mas isso nunca ocorreu. Nossa pergunta é: por que só Salvador não atende à determinação do governo federal e mantém os salários defasados?”, questionou Ivando.

Compuseram a mesa, além do presidente da AASa e do vereador Sidninho, o coordenador geral do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias (Sindacs-BA), Aldenilson Rangel; o diretor da Associação dos Agentes Comunitários de Endemias de Salvador, Enádio Pinto; e Eliane Paixão Santos, agente comunitária do distrito do Vale das Pedrinhas.

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