‘A Reforma foi suspensa, mas a luta nas ruas permanece contra privatização e pelo direito de Lula ser candidato’, diz Marta

“Suspensa a Reforma da Previdência, o momento é de permanecer firme nas ruas para barrar retrocessos que estão previstos no governo ilegítimo de Michel Temer, como a privatização da Eletrobras, e se unir pelo direito de Lula ser candidato”. Esta é a avaliação da nova líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador, vereadora Marta Rodrigues (PT), após a suspensão da reforma na segunda-feira (19).

Segundo Marta, o momento continua sendo de luta por mais direitos e contra os cortes para educação, para os programas sociais e para saúde. A intervenção militar é outra situação grave que deve pautar a população nas ruas. “As ameaças do governo de Temer são muitas e constantes. É uma aberração com o povo”, diz.

A privatização da Eletrobras, acrescenta a edil, é um risco grande que causará grande impacto na região do Nordeste. “É uma das maiores estatais da América Latina, é difícil imaginar que nas mãos da iniciativa privada, terá a função social que atualmente tem”, declara.

Para a líder da oposição, o Governo federal já tinha consciência de que a proposta da Reforma da Previdência não passaria na Câmara devido à falta de adesão popular. “Temer viu que sairia derrotado com essa reforma que favoreceria empresariado e a elite, e baixou um decreto absurdo, perigoso e inconstitucional de intervenção militar no Rio de Janeiro acreditando que sua imagem irá melhorar, tentando abafar a derrota da reforma. Mas o povo não é bobo e tem percebido que essa intervenção é um risco ainda maior para a nossa democracia”, declara a vereadora.

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