Marta Rodrigues visita obra no Barro Branco

Após receber denúncia de que moradores estão receosos com as chuvas, a vereadora Marta Rodrigues (PT) voltou a visitar, nesta quarta-feira (6), a localidade do Barro Branco, onde um deslizamento de terra matou 11 pessoas em 2015.
A preocupação dos moradores tem sido constante desde o dia 30 de julho deste ano, quando ocorreu um novo deslizamento de terra provocado pela expansão do solo. Na ocasião, alguns moradores precisaram deixar suas casas por 15 dias, até que a situação fosse regularizada.

Na vistoria Marta constatou que há poucos funcionários da MAF Projetos realizando a obra de contenção de encostas, “que se arrasta desde o acidente”. E questionou: “Dois anos depois da tragédia, só ficou pronta a 1ª etapa da obra que custou 8,8 milhões. Quantos dias de medo os moradores precisarão ter até que a prefeitura decida agilizar essa obra?”.
Para Marta, a situação do Barro Branco é mais um exemplo do “descaso” da prefeitura com a população das periferias de Salvador. “Dois anos para terminar a obra em uma encosta que coloca em risco a vida dos moradores. Enquanto isso, em menos de dois anos o prefeito reformou a orla da Barra ao Rio Vermelho. É nítido que o prefeito dá prioridade aos bairros nobres da cidade”, destacou a vereadora.

Acompanhada do padre José Carlos, da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, localizada no Alto do Peru, Marta conversou com moradores e funcionários e averiguou algumas irregularidades, como a estrutura do gradil entortada e grande quantidade de entulho. “Ao invés de fazer campanha antecipada no interior do Estado, o prefeito deveria percorrer os bairros pobres da cidade que ele foi eleito para cuidar. Quem conhece Salvador de verdade, sabe que a prefeitura é boa apenas em fazer marketing”, declarou a petista.

Visita – No dia 2 de agosto Marta participou, juntamente com os vereadores José Trindade (PSL) e Aladilce Souza (PCdoB), da bancada da oposição, de visita à localidade para fiscalizar a obra, após deslizamento ocorrido no dia 30 de julho. Na ocasião, constataram que o deslizamento foi fruto de uma ligação clandestina feita pela empresa em tubulações de água.

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