Governadores debatem situação dos estados e pedem para regulamentação de greve no serviço público

Um pedido em especial ganhou unanimidade entre os governadores na reunião com Michel Temer ontem: o de regulamentar o direito à greve. Querem a ajuda do Congresso para criar leis que descontem os dias não trabalhados e, assim, reduzir os movimentos.

No encontro, o governador de Goiás, Marconi Perillo fez uma intervenção para jogar a culpa da situação econômica do País no Judiciário e no Ministério Público.

Dezoito governadores estiveram reunidos em Brasília, participando de mais uma reunião do Fórum Permanente de Governadores. No total, 22 estados estão representados no encontro, que discute a situação fiscal e formas de retomar o crescimento econômico. A conversa é preparatória para a reunião que os governadores terão com o presidente Michel Temer e com membros da equipe econômica de governo, na tarde de terça-feira (22).

Coordenado pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, o grupo discute propostas para redistribuição de parte dos recursos arrecadados com a Lei da Repatriação de Capitais (Lei 13.254/2016); a renegociação da dívida dos estados e os efeitos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que estipula um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos.

Estão reunidos na residência oficial do Governo do Distrito Federal os governadores do Acre, Tião Viana; do Amazonas, José Melo; do Ceará, Camilo Santana; de Goiás, Marconi Perillo; de Mato Grosso, Pedro Taques; de Minas Gerais, Fernando Pimentel; e do Pará, Simão Jatene.

Também participam do encontro os governadores de Pernambuco, Paulo Câmara; do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão; do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori; de Roraima, Suely Campos, e de Santa Catarina, Raimundo Colombo, além dos governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin Sergipe, Jackson Barreto; de Tocantins, Marcelo Miranda; da Paraíba, Ricardo Coutinho e do Piauí, Wellington Dias.

Amapá, Maranhão e Mato Grosso do Sul estão representados pelos vice-governadores, Papaléo Paes, Carlos Brandão e Rose Modesto, respectivamente. Já o Espírito Santo enviou o secretário de Fazenda, Paulo Roberto Ferreira.

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