Terça-feira (06) tem greve dos bancários

Os bancários da Bahia disseram não à proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), de reajuste salarial de 6,5%, que representa perda salarial de 2,8%, e abono de R$ 3 mil. Também aprovaram a greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira (06).

A decisão foi tomada em assembleia, ocorrida na noite desta quinta-feira (01), no Ginásio de Esportes do Sindicato, Na Ladeira dos Aflitos.

O índice oferecido pelos banqueiros está muito aquém do reivindicado pela categoria, que quer reajuste salarial de 14,78% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 8.317,90, além de mais contratações, investimento em segurança e melhores condições de trabalho.

A pauta é mais extensa e pode ser perfeitamente atendida, já que o setor bancário segue como o mais lucrativo da economia nacional e não passa por crise.

O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, lembrou que a greve acontece em um cenário difícil, já que o país acabou de sofrer um golpe.

“Precisamos fazer da campanha um momento de elevação da consciência política. Vamos fazer uma mobilização permanente para derrotar os patrões, que integram o setor mais lucrativo da economia nacional”.

Assembleia – Para organizar a paralisação de terça-feira (06), o Sindicato realiza nova assembleia, na segunda-feira (05), no Ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários. A participação da categoria é fundamental para que o momento já comece forte.

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