Médicos da maternidade Albert Sabin entrar em greve a partir de 15 de abril

Os médicos da maternidade Albert Sabin, reunidos em assembleia, na quinta (31), no Sindimed, decidiram entrar em greve a partir de 15 de abril. A queixa principal hoje é o atraso salarial que chega a até quatro meses. Além disso, os profissionais denunciam a superlotação de pacientes que vai além dos 60 leitos, ocupando macas nos corredores.

Atualmente são aproximadamente 25 médicos que trabalham na maternidade, todos como Pessoa Jurídica, através de diversas empresas que terceirizam mão de obra, cooperativas etc. Essa precarização também é alvo da greve, na medida em que os profissionais reivindicam contratação direta pela CLT, com carteira assinada e piso da Fenam.

O Sindimed está enviando ofícios à Sesab, Ministério Público e demais órgãos com competência para mediar a resolução dos problemas enfrentados na Albert Sabin. Entre as reivindicações figura também a duplicação do número de leitos para fazer frente à demanda de pacientes, especialmente no ambiente de crise que vivem as maternidades na Bahia.

Uma nova assembleia está agendada para o dia 14 de abril, véspera da greve, para avaliar qualquer possível negociação e definir os encaminhamentos da paralisação.

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