Sindicato cobra judicialmente a Secult 5 meses de salários dos agentes de limpeza

A situação de 98 agentes de limpeza e conservação terceirizados, que trabalham para a Secretaria Estadual de Cultura da Bahia (Secult-BA) e estão com cinco meses de salários atrasados, promete chegar a esfera judicial. A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Estado da Bahia (Sindilimp-BA), inconformada com a intransigência nas negociações com os funcionários, ingressará com um processo judicial contra representante da Secult-BA. Após uma mediação entre o Sindilimp, as empresas terceirizadas e a Secult, um denominador comum não foi encontrado. As empresas alegam que o repasse não foi feito pelo governo do estado e a Secretaria de Cultura, por sua vez, afirma que não tem dotação orçamentária para efetuar o pagamento.

A coordenadora-geral do Sindlimp-BA, Ana Angélica Rabello, fez um apelo ao governador Rui Costa em nome dos 98 trabalhadores terceirizados.

“Gostaríamos que o governador se sensibilizasse com essa situação. Os terceirizados estão trabalhando sem contrato, sem dinheiro de salários e verbas rescisórias pois não estão cumprindo o que o MPT determina. Infelizmente, teremos que tomar as medidas judiciais cabíveis para preservar o direito desses pais e mães de família”, afirmou Ana Angélica Rabello.

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