Inmetro: consumidor quer segurança de produtos, mas ainda compra em camelô

consumidorPesquisa feita pelo Instituto MDA para o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) apurou em dez estados brasileiros que os consumidores, embora preocupados com o consumo responsável de energia e a segurança dos produtos, ainda compram em camelôs artigos que não têm controle. A pesquisa retrata a realidade, disse nesta quinta-feira (28) o chefe da Divisão de Gestão Corporativa do Inmetro, Silvio Ghelman.

A marca do Inmetro também é um fator forte para a maioria dos brasileiros. A maior parte da população prefere comprar um produto com a marca do Inmetro do que um produto sem selo, “mas a gente sabe que o critério preço é importante na decisão de compra”. Por isso, Ghelman considerou natural que ainda se comprem produtos em camelôs. Cerca de 32,1% relataram ter adquirido um produto no mercado informal nos últimos 12 meses, com destaque para brinquedos (37,1%).

Ghelman apontou a necessidade de conscientizar cada vez mais a população para que evite comprar em camelôs produtos relacionados à segurança, como brinquedos e artigos infantis, em especial. “É uma temeridade comprar esses produtos em camelô. A relação custo/benefício não é vantajosa”, disse. O problema reside em uma mudança de cultura, apontou.

Feita entre os dias 19 de janeiro e 12 de fevereiro deste ano, com 3.387 pessoas, a pesquisa procurou entender a percepção do consumidor sobre hábitos de consumo, ligada a produtos que o Inmetro regulamenta: brinquedos, artigos escolares, adaptadores de tomadas e isqueiros.

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