Movimentos sociais realizam ato público no feriado do Dia do Trabalhador

1 de maioNesta sexta-feira, feriado do Dia do Trabalhador, às 10hs, na Praça Thomé de Souza, centro da capital baiana, diversas entidades ligadas aos movimentos sociais vão às ruas para lutar contra a aprovação da PL 4330 que regulamenta a terceirização no Brasil, as Medidas Provisórias 644645 responsáveis pelas mudanças nas leis trabalhistas e previdenciárias propostas pela política de ajuste fiscal do Governo Dilma Roussef e o Projeto de Redução da Maioridade Penal, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal.

 INTERSINDICAL, CONLUTAS, ANDES, ANEL, Movimento Sem Teto- Democrático e de Lutas(MSTB-DL), PSOL, PSTU, PCB, Movimentos de juventude e instituições do movimento negro vão realizar ato público em defesa da classe trabalhadora. “A CUT vai fazer um ato de caráter governista, de festa, lúdico, sem compromisso real com os movimentos sociais. O foco deles não é a necessidade da luta. A classe trabalhadora não tem nada a comemorar!”, salienta o Sociólogo Fábio Nogueira, membro da Executiva Estadual do PSOL na Bahia.

Nogueira frisa que uma das pautas mais importantes para os movimentos sociais, em especial, entidades do movimento negro, é a luta contra a proposta de redução da maioridade penal. “Em outros países que adotaram a redução da maioridade penal os índices de violência não diminuíram. Ao contrário, a população carcerária aumentou. O impacto da superlotação aumentou a precariedade dos presídios. As estatísticas apontam que apenas 1% dos crimes são cometidos por menores”, destaca o militante do Círculo Palmarino, instituição do movimento negro nacional.

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