Sindicato acompanha pagamentos dos terceirizados e cobra resposta das empresas

suíca sindilimpO Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Estado da Bahia (Sindilimp-BA) passa a acompanhar os pagamentos dos salários dos servidores terceirizados do Estado. A informação foi passada pelo vereador de Salvador, Luiz Carlo Suíca (PT), após uma reunião da Diretoria Geral da Secretaria Estadual da Educação (SEC), na última quinta-feira (19). Esse acompanhamento se refere aos recursos encaminhados pelo Estado para que as empresas contratadas mantenham os serviços nas escolas. O edil petista diz que outras ações também foram debatidas entre o sindicato e a diretoria geral da pasta de Educação para garantir o cumprimento dos contratos pelas empresas e valorizar a atuação dos prestadores de serviço. Na reunião, foram apresentadas as negociações pactuadas e a secretaria estadual exibiu comprovantes dos pagamentos efetuados às empresas.

“Precisamos assegurar o cumprimento das medidas administrativas que estão nos contratos para garantir a prestação de serviço nas escolas. Estamos acompanhando a situação e mantendo as negociações tanto com as empresas como o governo baiano, responsável pelo repasse. É preciso apontar para os direitos trabalhistas e cumprir o que manda a lei. A fiscalização dos pagamentos e agora a sinalização do cumprimento da Lei Anticalote pelo Estado devem avançar essa situação”, declara Suíca. Na reunião da quinta-feira, participaram os coordenadores do Sindilimp, Ana Angélica Rabello e José Carlos Conceição de Jesus, que representa o sindicato do sul e extremo sul, com diretores da SEC. Os sindicalistas apresentaram as demandas dos trabalhadores referentes às pendências salariais. O sindicato afirma que quer resolver o caso do pagamento dos servidores, mas que outras medidas serão tomadas para dar continuidade à negociação judicialmente.

A SEC deve acionar administrativamente as empresas inadimplentes e se comprometeu em compartilhar com o Sindilimp as informações sobre os repasses efetuados para as empresas. De acordo com a coordenadora-geral, Ana Angélica Rabello, essas medidas do governo permitirão que a fiscalização do cumprimento dos contratos ocorra de forma mais transparente para os trabalhadores. “Depois dessa reunião, estou saindo daqui mais tranquila. Com essa documentação comprovando que foi pago, vamos iniciar os trâmites legais, pedindo aos nossos diretores que ajudem a organizar a situação dos trabalhadores junto às empresas”, completa a coordenadora.

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