Cunha afirma que "não se meteu" em disputa perdida por Lúcio Vieira Lima no PMDB

eduardo_cunha_liderO presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ), afirmou, nesta quarta-feira (11), que não exerceu qualquer tipo de influência na escolha de Leonardo Picciani (RJ) como o novo líder do PMDB. O novo líder foi escolhido nesta quarta-feira (11) por 34 colegas de bancada, derrotando o concorrente Lucio Vieira Lima (BA), que obteve 33 votos.

Cunha presidiu os trabalhos durante a escolha do novo líder, no entanto não participou da votação. De acordo com Cunha, a intenção foi a de manter-se isento independentemente de seu vínculo de amizade.

“Todos os que me procuraram e pediram minha opinião, eu disse que fizesse o que fosse do entendimento deles. O fato do Picciani ser do meu estado e meu amigo, não que dizer que o Lúcio não seja tão meu amigo quanto o Picciani o é, ou digamos assim, aliado meu como ele o foi”, ressaltou

“Eu procurei não me meter, não só com esses dois não, mas quando tinha mais candidatos, porque todos participaram do meu processo eleitoral, todos foram, digamos assim, organizadores da minha campanha, então eu não tive o direito de me meter e não quis me meter e não iria me meter em hipótese nenhuma”, acrescentou.

O presidente também voltou a afirmar a possibilidade de indicar o deputado Lucio Vieira Lima para a presidência da CPI da Petrobras, se o cargo couber ao PMDB.

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