Agentes de saúde decidem sobre greve

agentes de saúdeO risco de incidência de doenças como a dengue, a leptospirose, a esquistossomose, a raiva e a febre Chikungunya poderá aumentar se os mais de 4.000 agentes comunitários de saúde de Salvador paralisarem as atividades. A categoria solicita há meses o pagamento do piso salarial, novos fardamento e equipamentos (mochilas, luvas, máscaras, etc.), além de condições de trabalho dignas, mas a Prefeitura de Salvador não se mobiliza para resolver esses problemas.

Segundo o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), entidade que representa a categoria, os agentes também se queixam da falta de pontos de apoio para o trabalho. “Em algumas comunidades, a oferta de locais para esse suporte operacional é oferecido por igrejas, escolas e associações comunitárias, sem nenhum compromisso ou prazo determinado. A categoria não descarta uma paralisação dos serviços, caso a gestão municipal não atenda os pleitos apresentados pelos trabalhadores”, afirma o diretor do Sindseps, Everaldo Braga.

Na próxima segunda-feira (26), às 10h, a categoria se reunirá em frente à Secretaria Municipal de Saúde, na Rua da Grécia, no Comércio, para deliberar se haverá greve ou não.

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