Lauro de Freitas: falta de pagamento a fornecedores prejudica o cidadão

laurodefreitasConhecida pela mudança radical no seu comando político e administrativo, a cidade de Lauro de Freitas (região metropolitana de Salvador) começa a sentir que os novos ventos, pararam de soprar. Com atrasos de pagamentos aos fornecedores de produtos e serviços, o município começa a entrar em uma situação de desesperança.

Empresários locais e de outras cidades alegam que prestaram serviços  e entregaram mercadorias, mas que há cerca de três meses, não recebem sequer uma previsão da Secretaria da Fazenda do município em relação aos seus pagamentos, que são devidos pela Prefeitura comandada pelo pepista Márcio Paiva.

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Serviços como a coleta de lixo podem ser paralisados pelos atrasos de pagamentos à prestadora de serviços, visto que a empresa teve que reduzir o número de colaboradores, até mesmo na varrição. O desemprego é mais uma consequência deste descaso que também afeta a economia da cidade. Outra situação grave é a buraqueira causa pela falta de manutenção do asfaltamento das ruas seguem suspensos na cidade. Diversas obras encontram-se suspensas e outras com um cenário de alguma movimentação para não demonstrar que estão paralisadas.

O Restaurante Popular também pode parar de servir as refeições diárias, pois os fornecedores ameaçam não entregar os ingredientes necessários para produção de cerca de três mil pratos servidos por dia. Este programa que beneficia trabalhadores e moradores da cidade tem sido prejudicado.

Um instrumento que ajuda na segurança pública também tem sido afetado. A iluminação pública tem sofrido soluções de continuidade, por conta da falta de manutenção. A empresa que presta serviços ao município também espera pelos pagamentos devidos. Postes com lâmpadas queimadas e outros serviços de reparo na rede elétrica não estão sendo atendidos.

A saúde pública é uma das áreas de referência social e política da cidade, mesmo assim, a Unidade de Saúde Manoel José Pereira, localizada no Capelão, bairro de Areia Branca, sobrevive há mais de 10 dias sem matérias para curativos e remédios da farmácia básica. O problema se repete em outras unidades da cidade que sofrem com a falta de serviços de baixa complexidade na cidade.

Se os empresários estão reclamando, os funcionários que foram demitidos para reduzir os custos com a folha salarial, esperam desesperançosos pelo pagamento de suas rescisões trabalhistas. Já os colaboradores que continuam na gestão temem pelos salários e o sonho de um Natal feliz pode ser destruído sem o 13º salário.

Com a palavra, o prefeito Márcio Paiva. [/DDET]

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