Paulo Câmara registra homenagem ao Bloco Olodum

paulcamaraO trabalho e o desenvolvimento de ações no combate à discriminação racial realizados pelo Bloco Afro Olodum tiveram destaque na Câmara. Durante a sessão ordinária de terça-feira (18), no Plenário Cosme de Farias, o vereador Paulo Câmara (PSDB), presidente da Casa Legislativa, proferiu registro de parabéns ao Bloco Olodum pelo aniversário de 35 anos de fundação.

“A Escola Olodum tornou-se um espaço real de participação e expressão da comunidade negra. É hoje uma referência nacional e internacional pela inovação no trabalho com arte, educação e pluralidade cultural. Por tudo isso, quero deixar aqui meus parabéns pelos 35 anos de história desse grande Bloco Afro”, ressaltou Paulo Câmara.

Paulo Câmara ainda pontuou que desde a sua fundação, o Bloco Olodum desenvolve ações de combate à discriminação racial, estimula a autoestima e o orgulho dos afro-brasileiros, além de defender e lutar para assegurar os direitos civis e humanos das pessoas marginalizadas, na Bahia e no Brasil.

O vereador também explica que o Olodum, como é mais comumente chamado, está sempre focado nas questões do negro brasileiro em seus diversos aspectos e desenvolve ainda trabalhos voltados a arte como: teatro e a Escola Olodum. “A Escola Olodum tem como missão o desenvolvimento da cidadania e preservação da cultura negra, oferecendo um saber afro-brasileiro e novas formas de conhecimentos adicionais àqueles adquiridos no sistema formal de ensino”, elogiou Paulo Câmara.

O Bloco Afro Olodum que completa 35 anos, foi fundado em 25 de abril de 1979 durante o período carnavalesco como opção de lazer aos moradores do Maciel, no Pelourinho, garantindo-lhes assim, o direito de brincarem o carnaval em um bloco e de forma organizada. É uma Organização não Governamental (ONG) do movimento negro brasileiro que inicialmente visava atender uma solicitação da comunidade do Maciel para que fosse formada uma banda de percussão integrada por crianças e adolescentes do bairro. Eles viviam em situação de risco e vulnerabilidade social e sem perspectivas de integrar-se socialmente por conta do estigma marginal que na época existia contra os moradores da área.

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