Sindicato desmente Prefeitura de Salvador e acusa entidade de tentar precarizar "Operação Carnaval"

ReproduçãoApesar de a gestão municipal de Salvador ter divulgado que o secretário Alexandre Pauperio(Semge) conversou sobre a “Operação Carnaval 2014” com entidades representativas dos servidores na última quarta-feira (28), durante uma reunião da Mesa de Negociação Permanente, o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) afirma que essa informação não condiz com a realidade.

Com o intuito de descaracterizar o sindicato que representa os trabalhadores municipais há mais de 20 anos e provocar a desagregação da categoria, a gestão convidou o Sindicato dos Servidores de Trânsito e Transportes de Salvador e Região Metropolitana (Sindttrans). Segundo a diretoria do Sindseps, a entidade convidada não tem nenhum poder legal para representar os servidores.

Diante desse desrespeito e dessa afronta, e por ver que o Sindtrans e a Associação de Servidores de Transportes e Trânsito (Astram) estavam dispostos a fechar acordo que mais uma vez traria prejuízos ao servidor, o Sindseps se retirou da mesa e não participou das discussões. Durante as negociações em 2013, a Astram e o Sindtrans afirmaram em mesa que diversos servidores da Transalvador teriam trabalhado em 2012 apenas três dias e recebido por sete dias (84 horas), o que forneceu argumento para a gestão acabar com o pacote de 84 horas pra todos os servidores, diz a nota publicada pelo sindicato.

“O que essa gestão está fazendo é uma vergonha! Ela quer desagregar a categoria de todas as formas para poder se fortalecer. E o pior é que tem entidade que se envolve nesse jogo sujo e acaba prejudicando toda a categoria em detrimento de seus interesses pessoais”, reclama o coordenador geral do Sindseps, Bruno Carianha.

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